

No início de novembro, a Verkhovna Rada da Ucrânia adotou o projeto de lei nº 8.081 como base sobre a concessão de férias aos militares durante a lei marcial. A lei prevê a possibilidade de concessão de licença militar com preservação do apoio financeiro por um período não superior a 10 dias corridos, excluindo o tempo necessário para a viagem.
A situação com a desmobilização de militares permanece inalterada.
Roman Gorbach, chefe do departamento de quartel-general do Comando das Forças Terrestres das Forças Armadas da Ucrânia, confirmou que agora a legislação não prevê que os mobilizados durante a lei marcial possam deixar o serviço antes que termine, mas ocorrem rotações, durante o qual os militares também recebem férias para descanso, escreve a LIGA.net.
“Por exemplo, uma unidade militar está em uma das direções mais difíceis há algum tempo. Não há um período claro de sua permanência lá – dependendo da situação, pode ser de vários meses a seis meses. Em seguida, a peça é levada para um local mais tranquilo, e o comandante dá licença aos militares – dez dias, excluindo o tempo de viagem. Ou seja, dez dias só em casa”, explicou.
Se o militar voltou de férias, e teve problemas em casa, pode tirar mais algumas férias de dez dias.
Ao mesmo tempo, o comando garante que o número necessário de pessoal ainda permaneça na posição. A proporção é aproximadamente a seguinte: dois terços da unidade militar permanecem no local, um terço está de férias.
“É difícil prever se alguma coisa mudará na legislação em relação ao tempo de serviço durante a mobilização. Mas, de qualquer forma, muita gente foi mobilizada nos primeiros dias da guerra, todos eles agora têm o mesmo tempo de serviço e nem todos poderão se demitir ao mesmo tempo. Afinal, as circunstâncias na frente não estão ficando mais fáceis”, concluiu Roman Gorbach.
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