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A Ucrânia está tomando ações hostis e ameaçadoras contra a Hungria, de acordo com o ministro das Relações Exteriores, Peter Szijarto, escreve o Index.
Em particular, o político se referiu a um artigo publicado no Washington Post, que, citando documentos supostamente secretos da inteligência americana, afirmava que o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky queria explodir o oleoduto Druzhba, que também fornece petróleo à Hungria.
O ministro chamou essas intenções, não confirmadas oficialmente, de “uma ameaça à soberania da Hungria”.
Segundo ele, até que a Ucrânia mude sua política, a Hungria não ajudará um país que luta contra a agressão russa.
Em particular, de acordo com Sijarto, para melhorar as relações com a Hungria, a Ucrânia deveria excluir o OTP-Bank da lista de patrocinadores internacionais da guerra.
Até lá, repetiu, a Hungria não participará nas decisões relativas ao Programa Europeu de Paz e sanções.
Ele acrescentou que, devido à hostilidade de Kiev, Budapeste não apoiaria nem o pacote de sanções nem a nova doação de 500 milhões de euros do Programa Europeu de Paz.

Szijarto também criticou o pacote de 11 sanções elaborado pela Comissão Europeia pelo fato de nele estarem incluídas oito empresas chinesas e reiterou que considerou as sanções uma decisão errada desde o início, pois, em sua opinião, a Europa perderia com seus implementação.
No final do seu discurso, Szijarto voltou a frisar: enquanto a Ucrânia não retirar a OTP da lista negra, a Hungria não concordará com nenhuma decisão da UE que exija novos sacrifícios financeiros e económicos dos países membros.
Em 11 de abril, o chanceler húngaro, Peter Szijarto, visitou Moscou para discutir questões energéticas.
Um mês depois, ele visitou Pequim, onde, segundo ele, também falou sobre a Ucrânia.
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